Atividade Integradora História da América II 4º Periodo
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: As relações entre os Estados Unidos e a América Latina nos séculos XIX e XX.
Nova Vista Andaraí – Bahia , 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica :Andaria
Disciplina : História da América II
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Resumo
Durante o final do século XIX e início do século XX, a Argentina era o país da América Latina mais evoluído economicamente. O país era governado por um Estado Liberal na qual o poder era exercido por convenção entre os grandes proprietários de estâncias e pela burguesia financeira. A Argentina se considerava um país extremamente europeizado , e com isso marginalizava as classes mestiças de índios e brancos , bem como atraiam os imigrantes europeus , até que em 1890 a Argentina era um legítimo país de brancos.
Nesta mesma década , o país passava por uma crise bastante agitada e caraterizada por grandes revoltas , o que desencadeou a criação da União Cívica Radical.
A partir de 1914 , foi feita uma reforma no processo eleitoral , foi instituído o voto secreto e obrigatório para homens. Esta reforma favoreceu a vitória do grupo social nas eleições de 1916 , Hipólito Irigoyen foi o primeiro presidente eleito nos moldes democráticos. Durante o seu segundo mandato , o governo de Irigoyen sofreu com crise de 1929 que derrubou a economia argentina , e diante da sua postura antinorte-americana , considerando a severa relação entre os dois países , Irigoyen é derrubado do poder.
Em 1930 ocorreu um golpe militar influenciado pelo fascismo , e por este motivo a presidência foi ocupada por um pacto partidário conhecido como Concordância até início da década de 40 , um período caracterizado por violências e fraudes eleitorais.
Os primeiros anos do século XIX foram marcados pela expansão territorial . Em 30 de abril de 1803 , os Estados Unidos compraram a Louisiana à França por 15 milhões de dólares , mais do que duplicando o território do país. As terras indígenas foram sendo apropriadas pelos brancos . Doze estados , entre 1791 e 1845, juntaram-se aos 13 iniciais: Vermont (1791), Kentucky (1792), Tennessee (1796), Ohio (1803), Louisiana (1812) , Indiana (1816), Mississippi (1817), Illinois (1818), Alabama (1819), Maine (1820), Missouri (1821) e Flórida (1845). Este último foi comprado em 1819, por cinco milhões de dólares, à Espanha, após ter sido invadido por tropas comandadas pelo general Andrew Jackson em 1812.
O slogan "as Américas para os americanos" propiciou equívocos políticos , militares e econômicos que se prolongariam até o final do século XX. Considerando qualquer tentativa de intervenção europeia no continente como um ato hostil aos Estados Unidos, a doutrina Monroe dirigia-se principalmente contra a Espanha , então uma potência imperialista , e a quem a Santa Aliança e outras monarquias europeias tentavam ajudar. Contando com a cobertura da marinha britânica , a doutrina Monroe se impôs , sobretudo porque , ao reconhecer a independência dos países sul-americanos , automaticamente o Reino Unido obtinha clientes para seus produtos, e não a Espanha.
Guerra contra o México. O território do Texas , embora pertencente ao México, fora povoado por colonos originários dos Estados Unidos, que em 1836 proclamaram a república do Texas, após derrotar as tropas comandadas pelo general Antônio López de Santa Ana, na batalha de San Jacinto. A seguir, solicitaram ao presidente Jackson reconhecimento e anexação ao território americano, obtendo apenas o primeiro. No governo de James Know (1845) , o Texas passou a integrar a federação, o que tornou inevitável a guerra contra o México.
Os Estados Unidos atuavam movidos pela crença no "destino manifesto", a qual justificava , sem maiores explicações, a expansão territorial. Mas, em tese , esta se fazia em nome da necessidade de estender aos demais países o sistema de governo americano. A ideologia justificava o processo de absorção de terras e serviu de base às ações militares e políticas que repetiam, com precisão, a ação imperialista europeia à época.
Dados Bibliográficos
↑ Reuters. "Rússia e EUA estão perto de acordo sobre armas, diz assessor russo" (em português). 1 de novembro de 2009 às 11h 19min. (página da notícia visitada em 25 de março de 2010)
↑ Thiago Chaves-Scarelli. "Novo acordo de desarmamento nuclear russo-americano também mira questão iraniana, afirmam analistas" (em português). 25 de março de 2010 às 7h. (página da notícia visitada em 25 de março de 2010)
Atividade Integradora História da América I 3º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: A conquista da américa pelos espanhóis nos séculos XV e XVI.
Nova Vista Andaraí – Bahia , 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica :Andaria
Disciplina : História da América II
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Resumo
A conquista da América Quando falamos em conquista estamos falando em dominação, em poder do superior para o inferior, e é isto mesmo que aconteceu com os povos da América no século XV pelos europeus, ou seja, a Coroa Portuguesa e a Coroa Espanhola no sistema mercantilista onde a acumulação de capital seria pela balança favorável de riquezas pertencidas ao seu território. Quem saiu na frente nesta empreitada foi à Espanha com Cristóvão Colombo que foi no rumo Oeste para chegar às Índias, mas só que chegou à cidade de São Domingos pensando que tivesse chegado às Índias chamou todos os habitantes de índios. Só que o grande objetivo de Portugal e a Espanha eram obter riquezas (lucros) para seus Estados Nacionais em formação. Os espanhóis chegando à América Central mataram grandes civilizações culturais como os maias, os incas e os astecas. Como estes povos eram muito religiosos acreditavam nas suas lendas, por exemplo, que um dia iria descer dos céus o deus sentado no veado e bem no tempo que os povos astecas estavam esperando apareceu o conquistador Cortez que foi interpretado com um deus, então a profecia estava sendo concretizada e a conquista se tornou verdade. Estes povos, os maias, os astecas e os incas lutaram até a morte mesmo tendo armas menos sofisticadas e muitos morreram pelas doenças trazidas pelos europeus com sarampo, gripe e outras epidemias. A Espanha obteve riquezas com estes povos, mas só que lutou bastante. Já Portugal com a mesma ideia de conquistar às Índias pela África demorou mais a obter riquezas. Portugal lutou com povos menos guerreiros então não se desgastou tanto na luta pela conquista como a Espanha que lutava com povos de grandes civilizações americanas.
Henrique, que foi na expedição pelas terras africanas, buscou conhecimentos marítimos e trouxe para Portugal e fundou a 1ª escola marítima a chamada “Escola de Sagres”. Isto aprimorou os conhecimentos portugueses sobre o mar e invenções como a bússola, a caravela e outros foram instrumentos de grande valia na conquista da América pelos portugueses. Os reis de Portugal investiram na frota de Pedro Álvares Cabral, pois ele encantado pelas histórias de Marco Polo que contava em seus livros sobre a riqueza do Oriente, queria chegar às Índias contornando o sul da África, mas só que quando a expedição foi se afastando cada vez mais da África e se aproximando da costa do Bahia, mais especificamente em Porto Seguro. Portugal, no primeiro momento, não ligou muito para estas terras porque não obteria lucro fácil. O lucro adveio do pau-brasil que era um tipo de tintura para roupas. Como o comércio com o Oriente estava ficando com alto custo e muitos corsários europeus se aproximavam do Brasil e com medo de perder território a Coroa Portuguesa preferia investir no Brasil e a idéia foi o sistema de plantation que eram grandes áreas de plantação e a mão – de- obra seria escrava e assim estariam implantadas as colônias de exploração no Brasil. Bem diferente da América do Norte que foi uma colônia de povoamento e produzia mais produtos com a mão-de-obra livre.
Dados bibliográficos
• ↑ The European Voyages of Exploration, The Applied History Research Group, University of Calgary
• ↑ Arnold, David, The Age of Discovery, 1400-1600, p.11, Lancaster pamphlets, Routledge, 2002, ISBN 0-415-27996-8
• ↑ Ancient Silk Road Travelers. www.silk-road.com. Página visitada em 2008-07-02.
• ↑ Jensen, De Lamar (1992), Renaissance Europe 2nd ed. pg. 328
• ↑ Dunn, Ross E.. The adventures of Ibn Battuta, a Muslim traveler of the fourteenth century. [S.l.]: University of California Press, 2004. 310 p. ISBN 0-5202-4385-4
• ↑ Jensen, De Lamar (1992), Renaissance Europe 2nd ed. pg. 329
• ↑ Arnold 2002, p.7
• ↑ Tamura 1997, p.70
• ↑ Cromer 1995, p.117
• ↑ Tsai 2002, p.206
• ↑ Mancall 2006, p.115
• ↑ Mancall 2006, p.17
Atividade integradora de História moderna
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : Texto dissertativo ( A importância do
Renascimento Cultural e Científico para a formação do mundo moderno no Ocidente.)
Nova Vista Andaraí – Bahia , 16/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina : História Moderna
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 16/01/2012
Renascimento, Renascença ou Renascentismo são os termos usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIII e meados do século XVII, mas os estudiosos não chegaram a um consenso sobre essa cronologia, havendo variações consideráveis nas datas conforme o autor. Seja como for, o período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana, que assinalam o final da Idade Média e o início da Idade Moderna. Apesar destas transformações serem bem evidentes na cultura, sociedade ,economia , política e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências.
Chamou-se "Renascimento" em virtude da redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista. O termo foi registrado pela primeira vez por Giorgio Vasari já no século XVI, mas a noção de Renascimento como hoje o entendemos surgiu a partir da publicação do livro de Jacob Burckhardt. A cultura do Renascimento na Itália (1867), onde ele definia o período como uma época de "descoberta do mundo e do homem".
O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na Inglaterra, Alemanha, Países Baixos e, menos intensamente, em Portugal e Espanha, e em suas colônias americanas. Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do Maneirismo. Costuma-se dividir o Renascimento em três grandes fases, Trecento, Quattrocento e Cinquecento, correspondentes aos séculos XIV, XV e XVI, com um breve interlúdio entre as duas últimas chamado de Alta Renascença.
Dados Bibliográficos
↑ Renascimento. Enciclopédia Itaú Cultural
↑ a b c Martin, John Jeffries. The Renaissance: between myth and history. In Martin, John Jeffries (ed). The Renaissance: Italy and abroad. Rewriting Histories. Routledge, 2003. pp. 1-25
↑ Institute for Humanist Studies
↑ a b Beck, James H. Renaissance. Encyclopedia Encarta
↑ a b Weisinger, Herbert. Renaissance Literature and Historiography. In Dictionary of the History of Ideas.
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