domingo, 22 de janeiro de 2012

trabalhos da faculdade.

Aleilzo Francisco da Rocha






Tema central: Quadro Comparativo ( Os principais comportamentos do etnocentrismo e racismo brasileiro e as formas de disfarce utilizadas para tentar encobrir estas atitudes discriminatórias )











 Ibiquera , Andaraí – Bahia 10/01/2012


Faculdade de Tecnologia e Ciências  Ftc  - EaD
Unidade Pedagógica: Andaria
Disciplina: Antropologia cultural
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012

















Os principais comportamentos do etnocentrismo     Etnocentrismo é um conceito antropológico, que ocorre quando um determinado individuo ou grupo de pessoas, que têm os mesmos hábitos e caráter social, discrimina outro, julgando-se melhor, seja pela sua condição social, pelos diferentes hábitos ou manias, ou até mesmo por uma diferente forma de se vestir.
Essa avaliação é, por definição, preconceituosa, feita a partir de um ponto de vista específico. Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo étnico considerar-se como superior a outro. Do ponto de vista intelectual, etnocentrismo é a dificuldade de pensar a diferença, de ver o mundo com os olhos dos outros.
A nossa herança cultural desenvolvida traveses de inúmeras gerações sempre nos condicionam a reagir deprecativamente em relação ao comportamento daqueles que agem fora dos padrões aceita pela maioria da comunidade. Por isso discriminamos o comportamento desviante.
Mas não é conveniente como sugere o relativismo acreditar que sua funcionalidade é fazer com que a sociedade caminhe para uma mesma direção, com conceitos aprovados por todos, estaríamos desacreditando dos nossos próprios conceitos individuais e do grupo que mais adéquam as nossas necessidades e valores.
Exemplo claro no filme “O casamento Grego”, é as características dos gregos bem fortes tais como a dança, os rituais religiosos, a comida (carneiro assado), a forma de falarem gritando e com uma exatidão marcante, e principalmente predominante forma de pensar que somente a cultura grega é a cultura correta, ignorando qualquer outra forma de comportamento. (Etnocentrismo)

O racimo no Brasil    O racismo no Brasil tem sido um grande problema desde a era colonial e escravocrata imposta pelos colonizadores portugueses. Uma pesquisa publicada em 2011, indica que 63,7% dos brasileiros consideram que a raça interfere na qualidade de vida dos cidadãos. Para a maioria dos 15 mil entrevistados, a diferença entre a vida dos brancos e de não-brancos é evidente no trabalho (71%), em questões relacionadas à justiça e à polícia (68,3%) e em relações sociais (65%). O termo apartheid social tem sido utilizado para descrever diversos aspectos da desigualdade econômica, entre outros no Brasil, traçando um paralelo com a separação de brancos e negros na sociedade sul-africana, sob o regime do apartheid.
O resultado da pesquisa, elaborada em 2008, não é exatamente uma surpresa em um país onde, apesar de ser apenas metade da população brasileira, os negros elegeram pouco mais do que 8% dos 513 representantes escolhidos na última eleição. Além disso, o salário de um homem branco no Brasil é, em média, 46% superior em relação ao de um homem negro, o que também pode ser explicado pela diferença de educação entre esses dois grupos.
Daqueles que ganham menos de um salário mínimo, 63% são negros e 34% são brancos. Dos brasileiros mais ricos, 11% são negros e 85% são brancos. Em uma pesquisa realizada em 2000, 93% dos entrevistados reconheceram que existe preconceito racial no Brasil, mas 87% dos entrevistados afirmaram que mesmo assim nunca sentiram tal discriminação. Isto indica que os brasileiros reconhecem que há desigualdade racial, mas o preconceito não é uma questão atual, mas algo remanescente da escravidão. De acordo com Ivanir dos Santos (especialista do ex-ministro da Justiça sobre assuntos raciais), "há uma hierarquia de cor da pele onde os negros parecem saber seu lugar." Para a advogada Margarida Pressburger, membro do Subcomitê de Prevenção da Tortura da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ainda é "um país racista e homofóbico."




Dados bibliográficos

↑ Brazil: a century of change - Ignacy Sachs, Jorge Wilheim - Google Books. books.google.com (2011). Página visitada em 28 de outubro de 2011.
↑ Brazilians Think Race Intefere on Quality of Life, but not Everyone is Concerned About Equality (inglês)
↑ Racial Inequality in Brazil (inglês)
↑ Luciana Nunes Leal (2/4/2011). Somos um país racista e homofóbico. Estadão. Página visitada em 9/4/2011.
↑ a b c Relatório Anual das Desigualdades Raciais - UFRJ
↑ Monteiro, André (10 de maio de 2011). Número de pobres pardos ou pretos é quase o triplo de brancos. Folha Online, acesso em 10 de maio de 201

                 

Atividade integradora de História Antiga 2º Período
Aleilzo Francisco da Rocha



Tema central: Intuições Politicas








  Andaraí – Bahia 16/01/2012


Faculdade de Tecnologia e Ciências  FTC  - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina : História  Antiga
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 16/01/2012















Instituições Politicas

Órgãos permanentes por meio dos quais se exerce o poder político, as instituições políticas evoluíram de acordo com o grau de racionalidade alcançado pelos homens. Nas antigas civilizações orientais, em Roma e na Europa medieval, os sistemas políticos tinham como característica comum a personalização do poder, justificada por instâncias mágicas, religiosas ou carismáticas. Faraó egípcio, imperador romano ou rei cristão, o detentor do poder se confundia com o próprio poder. Sua justificativa era a força, traduzida pelo poder militar, poder de curar ou poder sobre as forças da natureza. Constantemente desafiado por aqueles que se julgavam possuidores das mesmas credenciais, o poder personalizado gerou a instabilidade política e o uso da violência como forma de solução de conflitos.
No final da Idade Média, mudanças políticas, econômicas e sociais determinaram o surgimento de novas concepções sobre o estado. O progresso da burguesia e da economia favoreceu a centralização do poder nas monarquias absolutas. O estado tornou-se racional e suas estruturas se institucionalizaram, de acordo com as novas necessidades sociais. A vitória da burguesia sobre a sociedade feudal, na revolução francesa, desmistificou o poder por direito divino e consagrou o princípio da soberania popular. O povo, única fonte de poder, podia transferir seu exercício a representantes por ele eleitos.
Os sistemas liberais, cuja representatividade era inicialmente restrita, aperfeiçoaram os mecanismos democráticos e, ao incorporarem o sufrágio universal, reconheceram de forma plena a igualdade de todos os cidadãos perante a lei. A institucionalização do poder exigiu a adoção de constituições que, como expressão da vontade popular, devem reger a ação do estado. Nos sistemas democráticos, a legitimidade do poder deriva de sua origem na vontade popular e de seu exercício de acordo com a lei.
A doutrina da clássica divisão do poder político, elaborada por Montesquieu, é comum a quase todos os sistemas políticos dos estados modernos. O poder legislativo, formado por parlamentares eleitos pelo povo, elabora as leis e controla os atos do poder executivo; o executivo, também eleito pelo povo, executa a lei e administra o estado; o judiciário interpreta e aplica as leis e atua como juiz nos conflitos entre os outros poderes. A divisão de poderes ajuda a evitar o abuso de poder por meio do controle recíproco dos vários órgãos do estado.
Nas modernas sociedades democráticas, além dos poderes institucionalizados existem organizações que participam do poder ou nele influem: partidos políticos, sindicatos de classe, grupos de interesse, associações profissionais, imprensa, frequentemente chamada de quarto poder, e outras. Nos regimes totalitários, a existência de um partido único no poder diminui as chances de participação da sociedade nos assuntos políticos nacionais.

Dados bibliográficos

BEZERRA, M. O. 1999. Em nome das bases.
Política, favor e dependência pessoal. Rio de
Janeiro : Relume-Dumará.
BOHMAN, J. & REHG, W. 1997. Deliberative
Democracy. Cambridge: MIT Press.
BONFIM, W. L. S. 1997. Modernização, política
e discurso regionalista no Nordeste do
Brasil. Revista Econômica do Nordeste,
Fortaleza, v. 28, n. 2, p. 163-177, jun.
_____. 1999. Qual mudança? Os empresários e a
americanização do Ceará. Rio de Janeiro. Tese
(Doutorado em Ciência Política). Instituto
Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro.


Atividade integradora de Historiografia 3º Período
Aleilzo Francisco da Rocha





Tema central : Texto dissertativo   ( As inovações teórico – epistemologicamente ocorridas na produção historiográfica no século XX.)









Andaraí – Bahia 12/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências  FTC  - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina: Historiografia 3º Período
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 12/01/2012
















O séc. XX consagrou quatro abordagens da ideia de história. Essas abordagens lidam com duas acepções básicas de história. A primeira, e elementar, que se relaciona primariamente com o aspecto cultural e com a reflexão filosófica, considera a história como o processo temporal interpretado e vivenciado pelo homem — pelo agente racional humano — no presente, como sentido de que tem consciência. A segunda, construída pelas opções do método de investigação, é o fundamento da ciência histórica e de epistemologia, e toma a história como a reconstrução do passado humano, individual, grupal ou social, mediante procedimentos previamente convencionados de controle das fontes, se forma a que se elaborem interpretações explicativas fundamentadas do estado de coisas presente. A explicação fundamentada se estrutura em argumentos, expressos em formato narrativo.
Para pensar de forma fundamentada é necessário conhecer e dominar as regras e os princípios desse pensar, ou seja: um conhecimento que não se constitui sem que o pensamento reflita sobre si mesmo. Assim, a racionalidade do pensamento histórico requer, em seu procedimento científico, um saber metateórico, reflexivo, no estilo da teoria da história — enquanto teoria da natureza do conhecimento histórico em geral e de seu formato científico em particular. Esse objetivo epistemológico exige, por sua vez, a devida investigação dos fundamentos do pensamento histórico. Isso porque qualquer ciência impõe a seus praticantes prestar contas a si mesmos e a todos os demais sobre o respectivo modo de pensar.
Como as ciências sociais em geral, a historiografia passou por um progresso extraordinário depois da segunda guerra mundial. É possível que tenha faltado, no entanto, impulso suficiente para criar o que o historiador alemão Jörn Rüsen chamou de a "matriz disciplinar" indispensável ao progresso global da historiografia como investigação social auto-suficiente e coesa. Embora não se possa afirmar que a história seja disciplina recente, os contornos que assumiu, nas duas fases decisivas do séc. XX, nos anos vinte-trinta e a partir dos anos cinquenta, constituem uma renovação e mesmo uma redefinição contemporânea. No séc. XIX as concepções de história e de historiografia passaram por uma mudança gigantesca e decisiva. Consagrou-se assim o séc. XIX como "o século da história". Sem dúvida foi ainda mais decisivo — embora essa perspectiva nem sempre tenha estado presente — o salto dado no segundo terço do séc. XX e seus prolongamentos até nos anos setenta.
A "disciplina" da historiografia, no sentido moderno do termo, foi fundada, pois, na transição do séc. XIX para o XX, mediante um primeiro corpo de regras e normas metodológicas fixado sob influência do positivismo e do historicismo. Nas décadas de 1920 e sobretudo de 1930, no entanto, mudanças fundamentais se produziram tanto na maneira de considerar as formas constitutivas da historiografia quanto em muitos outros campos da criação intelectual.
Os três grandes núcleos da inovação historiográfica que predominaram na segunda metade do séc. XX — a historiografia marxista, a escola dos Annales e a historiografia quantitativa — surgiram e se articularam, é certo, em torno de centros de interesse bem diversos e alcançaram graus muito distintos de coesão e homogeneidade. O paradigma relativamente unitário para a historiografia conformado no séc. XIX foi sucedido no séc. XX, não por um outro, mas por vários outros, criando uma situação nova. Parte substancial desta novidade está não apenas na multiplicidade de paradigmas, mas especialmente na circunstância de que os paradigmas operaram de modo praticamente simultâneo, sem constituir uma sequência de substituições.








Dados bibliográficos

Vainfas, R. e Cardoso, C. F. (orgs.). 1997. Os Domínios da História. Rio de Janeiro: Campus.
Lloyd, Chr. 1996. As Estruturas da História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Martins, E. de Rezende. 2002. Cultura e Poder. Brasília: IBRI/FUNAG.

Atividade integradora de Patrimônio Histórico e Educação PHE
Aleilzo Francisco da Rocha








Tema central :  ( Patrimônio suas tipologias e o papel do tombamento e do registro na preservação dos bens )








Andaraí – Bahia 18/01/2012

Faculdade de Tecnologia e Ciências  FTC  - EaD
Unidade Pedagógica: Andaria
Disciplina: Patrimônio Histórico e Educação
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 18/01/2012


















Texto dissertativo
O patrimônio é a nossa herança do passado, com que vivemos hoje, e que passamos às gerações vindouras. A preservação de um bem é de total importância para humanidade, porque permitirá que os nossos descendentes desfrutem das mesmas coisas que já desfrutamos, portanto, aquele que destruir ou descaracterizar um bem tombado estará sujeito a processo judicial podendo levar ao pagamento de várias sanções, como multas ou até reconstrução do bem.
O património arqueológico é todo aquele que permanece invisível até ser descoberto. Pode estar à vista de todos e nunca ter sido reconhecido ou valorizado, cabendo aos arqueólogos o seu reconhecimento nos diversos contextos culturais da história da ocupação humana do território.
 Patrimônio ambiental refere-se a um bem natural que, dado seu valor em termos de biodiversidade, valor econômico ou paisagístico, merece ser protegido pela sociedade. Muitas vezes as áreas que constituem patrimônio ambiental são protegidas dentro de parques nacionais e em outros lugares.
 Património artístico  é uma coleção de obras consideradas de elevado valor artístico. Como por exemplo renomadas obras de pintura, arquitetura ou escultura. Obras de reconhecido valor artístico costumam ser usadas como reserva de valor, isto é, como forma de proteger o patrimônio pessoal contra as incertezas da economia, podendo inclusive constar em balanço patrimonial. Obras de autores desconhecidos também podem ser usados como especulação, no caso de futuro aumento de cotação das suas obras.
 Patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade. Estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural. Há uma preocupação mundial em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.
Patrimônio líquido representa os valores que os sócios ou acionistas têm na empresa em um determinado momento. No balanço patrimonial, a diferença entre o valor dos ativos e dos passivos representa o PL (Patrimônio Líquido), que é o valor contábil devido pela pessoa jurídica aos sócios ou acionistas, baseado no Princípio da Entidade.
Patrimônio cultural  é o conjunto de todos os bens, materiais ou imateriais, que, pelo seu valor próprio, devem ser considerados de interesse relevante para a permanência e a identidade da cultura de um povo.
Do património cultural fazem parte bens imóveis tais como castelos, igrejas, casas, praças, conjuntos urbanos, e ainda locais dotados de expressivo valor para a história, a arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral. Nos bens móveis incluem-se, por exemplo, pinturas, esculturas e artesanato. Nos bens imateriais considera-se a literatura, a música, o folclore, a linguagem e os costumes.
O tombamento é registrado por ser um ato administrativo realizado pelo poder público, a fim de preservar através de legislação específica, qualquer bem, seja ele móvel ou imóvel, de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental, o tombamentos foi criado para impedir que estes bens sejam destruídos ou descaracterizados. A realização de um tombamento pode ser feita por intermédio de vários órgãos como o instituto do patrimônio histórico e artístico nacional, pelo governo estadual, ou ainda pelo instituto do patrimônio histórico e artístico do Estado e pelas administrações municipais utilizando leis específicas ou até mesmo a legislação federal. O tombamento é totalmente diferente da desapropriação, pois um bem tombado não é alterado, mas proibido de ser descaracterizado ou destruído, todavia não necessita de desapropriação. Além disso, este bem preservado pode ser alugado e vendido desde que continue sendo protegido as características contidas na data do tombamento. Porém, no caso de venda deste bem, deve ser comunicada a instituição a qual realizou o tombamento para que esta possa manifestar interesse na compra do mesmo. Um processo de tombamento pode ser realizado por qualquer pessoa, seja ela física ou jurídica, proprietário ou não, por um grupo de pessoas por meio de abaixo assinado, basta escrever ao secretário de cultura, apresentando sua proposta
Dados bibliográficos

Lei 13/85 do Patrimônio Cultural Português
Lexicoteca-Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de leitores, Lisboa, 1985
Sobre o Património Mundial da Unesco
Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - FUNDARPE
Convenção para a proteção do património mundial, cultural e natural
Conselho da Europa- património
Alvará Régio de D. João V
Lei de bases do Património
Constituição de 1946
 A  Constituição brasileira de 1988
Decreto-Lei Federal nº 25, de 30.11.37
Sítio da Fundação Getúlio Vargas
WERNECK, Gustavo (14 de janeiro de 2010). Insetos ameaçam patrimônio. Caderno Gerais. Jornal Estado de Minas.
Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT .
Costanze, Bueno Advogados. ( Tombamento ). Bueno e Costanze Advogados, Guarulhos, 14.02.2007. Disponível em : <http://(endereço eletrônico)>. acesso em : ( data que acessou )

Nenhum comentário:

Postar um comentário