CENTRO DO ESTADO DA BAHIA,PORTAL DA CHAPADA DIAMANTINA É MUITO MASSA ESSE MORRO DO PAI INACIO.
domingo, 22 de janeiro de 2012
trabalhos da faculdade.
Atividade Integradora História da América II 4º Periodo
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: As relações entre os Estados Unidos e a América Latina nos séculos XIX e XX.
Nova Vista Andaraí – Bahia , 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica :Andaria
Disciplina : História da América II
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Resumo
Durante o final do século XIX e início do século XX, a Argentina era o país da América Latina mais evoluído economicamente. O país era governado por um Estado Liberal na qual o poder era exercido por convenção entre os grandes proprietários de estâncias e pela burguesia financeira. A Argentina se considerava um país extremamente europeizado , e com isso marginalizava as classes mestiças de índios e brancos , bem como atraiam os imigrantes europeus , até que em 1890 a Argentina era um legítimo país de brancos.
Nesta mesma década , o país passava por uma crise bastante agitada e caraterizada por grandes revoltas , o que desencadeou a criação da União Cívica Radical.
A partir de 1914 , foi feita uma reforma no processo eleitoral , foi instituído o voto secreto e obrigatório para homens. Esta reforma favoreceu a vitória do grupo social nas eleições de 1916 , Hipólito Irigoyen foi o primeiro presidente eleito nos moldes democráticos. Durante o seu segundo mandato , o governo de Irigoyen sofreu com crise de 1929 que derrubou a economia argentina , e diante da sua postura antinorte-americana , considerando a severa relação entre os dois países , Irigoyen é derrubado do poder.
Em 1930 ocorreu um golpe militar influenciado pelo fascismo , e por este motivo a presidência foi ocupada por um pacto partidário conhecido como Concordância até início da década de 40 , um período caracterizado por violências e fraudes eleitorais.
Os primeiros anos do século XIX foram marcados pela expansão territorial . Em 30 de abril de 1803 , os Estados Unidos compraram a Louisiana à França por 15 milhões de dólares , mais do que duplicando o território do país. As terras indígenas foram sendo apropriadas pelos brancos . Doze estados , entre 1791 e 1845, juntaram-se aos 13 iniciais: Vermont (1791), Kentucky (1792), Tennessee (1796), Ohio (1803), Louisiana (1812) , Indiana (1816), Mississippi (1817), Illinois (1818), Alabama (1819), Maine (1820), Missouri (1821) e Flórida (1845). Este último foi comprado em 1819, por cinco milhões de dólares, à Espanha, após ter sido invadido por tropas comandadas pelo general Andrew Jackson em 1812.
O slogan "as Américas para os americanos" propiciou equívocos políticos , militares e econômicos que se prolongariam até o final do século XX. Considerando qualquer tentativa de intervenção europeia no continente como um ato hostil aos Estados Unidos, a doutrina Monroe dirigia-se principalmente contra a Espanha , então uma potência imperialista , e a quem a Santa Aliança e outras monarquias europeias tentavam ajudar. Contando com a cobertura da marinha britânica , a doutrina Monroe se impôs , sobretudo porque , ao reconhecer a independência dos países sul-americanos , automaticamente o Reino Unido obtinha clientes para seus produtos, e não a Espanha.
Guerra contra o México. O território do Texas , embora pertencente ao México, fora povoado por colonos originários dos Estados Unidos, que em 1836 proclamaram a república do Texas, após derrotar as tropas comandadas pelo general Antônio López de Santa Ana, na batalha de San Jacinto. A seguir, solicitaram ao presidente Jackson reconhecimento e anexação ao território americano, obtendo apenas o primeiro. No governo de James Know (1845) , o Texas passou a integrar a federação, o que tornou inevitável a guerra contra o México.
Os Estados Unidos atuavam movidos pela crença no "destino manifesto", a qual justificava , sem maiores explicações, a expansão territorial. Mas, em tese , esta se fazia em nome da necessidade de estender aos demais países o sistema de governo americano. A ideologia justificava o processo de absorção de terras e serviu de base às ações militares e políticas que repetiam, com precisão, a ação imperialista europeia à época.
Dados Bibliográficos
↑ Reuters. "Rússia e EUA estão perto de acordo sobre armas, diz assessor russo" (em português). 1 de novembro de 2009 às 11h 19min. (página da notícia visitada em 25 de março de 2010)
↑ Thiago Chaves-Scarelli. "Novo acordo de desarmamento nuclear russo-americano também mira questão iraniana, afirmam analistas" (em português). 25 de março de 2010 às 7h. (página da notícia visitada em 25 de março de 2010)
Atividade Integradora História da América I 3º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: A conquista da américa pelos espanhóis nos séculos XV e XVI.
Nova Vista Andaraí – Bahia , 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica :Andaria
Disciplina : História da América II
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Resumo
A conquista da América Quando falamos em conquista estamos falando em dominação, em poder do superior para o inferior, e é isto mesmo que aconteceu com os povos da América no século XV pelos europeus, ou seja, a Coroa Portuguesa e a Coroa Espanhola no sistema mercantilista onde a acumulação de capital seria pela balança favorável de riquezas pertencidas ao seu território. Quem saiu na frente nesta empreitada foi à Espanha com Cristóvão Colombo que foi no rumo Oeste para chegar às Índias, mas só que chegou à cidade de São Domingos pensando que tivesse chegado às Índias chamou todos os habitantes de índios. Só que o grande objetivo de Portugal e a Espanha eram obter riquezas (lucros) para seus Estados Nacionais em formação. Os espanhóis chegando à América Central mataram grandes civilizações culturais como os maias, os incas e os astecas. Como estes povos eram muito religiosos acreditavam nas suas lendas, por exemplo, que um dia iria descer dos céus o deus sentado no veado e bem no tempo que os povos astecas estavam esperando apareceu o conquistador Cortez que foi interpretado com um deus, então a profecia estava sendo concretizada e a conquista se tornou verdade. Estes povos, os maias, os astecas e os incas lutaram até a morte mesmo tendo armas menos sofisticadas e muitos morreram pelas doenças trazidas pelos europeus com sarampo, gripe e outras epidemias. A Espanha obteve riquezas com estes povos, mas só que lutou bastante. Já Portugal com a mesma ideia de conquistar às Índias pela África demorou mais a obter riquezas. Portugal lutou com povos menos guerreiros então não se desgastou tanto na luta pela conquista como a Espanha que lutava com povos de grandes civilizações americanas.
Henrique, que foi na expedição pelas terras africanas, buscou conhecimentos marítimos e trouxe para Portugal e fundou a 1ª escola marítima a chamada “Escola de Sagres”. Isto aprimorou os conhecimentos portugueses sobre o mar e invenções como a bússola, a caravela e outros foram instrumentos de grande valia na conquista da América pelos portugueses. Os reis de Portugal investiram na frota de Pedro Álvares Cabral, pois ele encantado pelas histórias de Marco Polo que contava em seus livros sobre a riqueza do Oriente, queria chegar às Índias contornando o sul da África, mas só que quando a expedição foi se afastando cada vez mais da África e se aproximando da costa do Bahia, mais especificamente em Porto Seguro. Portugal, no primeiro momento, não ligou muito para estas terras porque não obteria lucro fácil. O lucro adveio do pau-brasil que era um tipo de tintura para roupas. Como o comércio com o Oriente estava ficando com alto custo e muitos corsários europeus se aproximavam do Brasil e com medo de perder território a Coroa Portuguesa preferia investir no Brasil e a idéia foi o sistema de plantation que eram grandes áreas de plantação e a mão – de- obra seria escrava e assim estariam implantadas as colônias de exploração no Brasil. Bem diferente da América do Norte que foi uma colônia de povoamento e produzia mais produtos com a mão-de-obra livre.
Dados bibliográficos
• ↑ The European Voyages of Exploration, The Applied History Research Group, University of Calgary
• ↑ Arnold, David, The Age of Discovery, 1400-1600, p.11, Lancaster pamphlets, Routledge, 2002, ISBN 0-415-27996-8
• ↑ Ancient Silk Road Travelers. www.silk-road.com. Página visitada em 2008-07-02.
• ↑ Jensen, De Lamar (1992), Renaissance Europe 2nd ed. pg. 328
• ↑ Dunn, Ross E.. The adventures of Ibn Battuta, a Muslim traveler of the fourteenth century. [S.l.]: University of California Press, 2004. 310 p. ISBN 0-5202-4385-4
• ↑ Jensen, De Lamar (1992), Renaissance Europe 2nd ed. pg. 329
• ↑ Arnold 2002, p.7
• ↑ Tamura 1997, p.70
• ↑ Cromer 1995, p.117
• ↑ Tsai 2002, p.206
• ↑ Mancall 2006, p.115
• ↑ Mancall 2006, p.17
Atividade integradora de História moderna
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : Texto dissertativo ( A importância do
Renascimento Cultural e Científico para a formação do mundo moderno no Ocidente.)
Nova Vista Andaraí – Bahia , 16/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina : História Moderna
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 16/01/2012
Renascimento, Renascença ou Renascentismo são os termos usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIII e meados do século XVII, mas os estudiosos não chegaram a um consenso sobre essa cronologia, havendo variações consideráveis nas datas conforme o autor. Seja como for, o período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana, que assinalam o final da Idade Média e o início da Idade Moderna. Apesar destas transformações serem bem evidentes na cultura, sociedade ,economia , política e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências.
Chamou-se "Renascimento" em virtude da redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista. O termo foi registrado pela primeira vez por Giorgio Vasari já no século XVI, mas a noção de Renascimento como hoje o entendemos surgiu a partir da publicação do livro de Jacob Burckhardt. A cultura do Renascimento na Itália (1867), onde ele definia o período como uma época de "descoberta do mundo e do homem".
O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na Inglaterra, Alemanha, Países Baixos e, menos intensamente, em Portugal e Espanha, e em suas colônias americanas. Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do Maneirismo. Costuma-se dividir o Renascimento em três grandes fases, Trecento, Quattrocento e Cinquecento, correspondentes aos séculos XIV, XV e XVI, com um breve interlúdio entre as duas últimas chamado de Alta Renascença.
Dados Bibliográficos
↑ Renascimento. Enciclopédia Itaú Cultural
↑ a b c Martin, John Jeffries. The Renaissance: between myth and history. In Martin, John Jeffries (ed). The Renaissance: Italy and abroad. Rewriting Histories. Routledge, 2003. pp. 1-25
↑ Institute for Humanist Studies
↑ a b Beck, James H. Renaissance. Encyclopedia Encarta
↑ a b Weisinger, Herbert. Renaissance Literature and Historiography. In Dictionary of the History of Ideas.
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: As relações entre os Estados Unidos e a América Latina nos séculos XIX e XX.
Nova Vista Andaraí – Bahia , 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica :Andaria
Disciplina : História da América II
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Resumo
Durante o final do século XIX e início do século XX, a Argentina era o país da América Latina mais evoluído economicamente. O país era governado por um Estado Liberal na qual o poder era exercido por convenção entre os grandes proprietários de estâncias e pela burguesia financeira. A Argentina se considerava um país extremamente europeizado , e com isso marginalizava as classes mestiças de índios e brancos , bem como atraiam os imigrantes europeus , até que em 1890 a Argentina era um legítimo país de brancos.
Nesta mesma década , o país passava por uma crise bastante agitada e caraterizada por grandes revoltas , o que desencadeou a criação da União Cívica Radical.
A partir de 1914 , foi feita uma reforma no processo eleitoral , foi instituído o voto secreto e obrigatório para homens. Esta reforma favoreceu a vitória do grupo social nas eleições de 1916 , Hipólito Irigoyen foi o primeiro presidente eleito nos moldes democráticos. Durante o seu segundo mandato , o governo de Irigoyen sofreu com crise de 1929 que derrubou a economia argentina , e diante da sua postura antinorte-americana , considerando a severa relação entre os dois países , Irigoyen é derrubado do poder.
Em 1930 ocorreu um golpe militar influenciado pelo fascismo , e por este motivo a presidência foi ocupada por um pacto partidário conhecido como Concordância até início da década de 40 , um período caracterizado por violências e fraudes eleitorais.
Os primeiros anos do século XIX foram marcados pela expansão territorial . Em 30 de abril de 1803 , os Estados Unidos compraram a Louisiana à França por 15 milhões de dólares , mais do que duplicando o território do país. As terras indígenas foram sendo apropriadas pelos brancos . Doze estados , entre 1791 e 1845, juntaram-se aos 13 iniciais: Vermont (1791), Kentucky (1792), Tennessee (1796), Ohio (1803), Louisiana (1812) , Indiana (1816), Mississippi (1817), Illinois (1818), Alabama (1819), Maine (1820), Missouri (1821) e Flórida (1845). Este último foi comprado em 1819, por cinco milhões de dólares, à Espanha, após ter sido invadido por tropas comandadas pelo general Andrew Jackson em 1812.
O slogan "as Américas para os americanos" propiciou equívocos políticos , militares e econômicos que se prolongariam até o final do século XX. Considerando qualquer tentativa de intervenção europeia no continente como um ato hostil aos Estados Unidos, a doutrina Monroe dirigia-se principalmente contra a Espanha , então uma potência imperialista , e a quem a Santa Aliança e outras monarquias europeias tentavam ajudar. Contando com a cobertura da marinha britânica , a doutrina Monroe se impôs , sobretudo porque , ao reconhecer a independência dos países sul-americanos , automaticamente o Reino Unido obtinha clientes para seus produtos, e não a Espanha.
Guerra contra o México. O território do Texas , embora pertencente ao México, fora povoado por colonos originários dos Estados Unidos, que em 1836 proclamaram a república do Texas, após derrotar as tropas comandadas pelo general Antônio López de Santa Ana, na batalha de San Jacinto. A seguir, solicitaram ao presidente Jackson reconhecimento e anexação ao território americano, obtendo apenas o primeiro. No governo de James Know (1845) , o Texas passou a integrar a federação, o que tornou inevitável a guerra contra o México.
Os Estados Unidos atuavam movidos pela crença no "destino manifesto", a qual justificava , sem maiores explicações, a expansão territorial. Mas, em tese , esta se fazia em nome da necessidade de estender aos demais países o sistema de governo americano. A ideologia justificava o processo de absorção de terras e serviu de base às ações militares e políticas que repetiam, com precisão, a ação imperialista europeia à época.
Dados Bibliográficos
↑ Reuters. "Rússia e EUA estão perto de acordo sobre armas, diz assessor russo" (em português). 1 de novembro de 2009 às 11h 19min. (página da notícia visitada em 25 de março de 2010)
↑ Thiago Chaves-Scarelli. "Novo acordo de desarmamento nuclear russo-americano também mira questão iraniana, afirmam analistas" (em português). 25 de março de 2010 às 7h. (página da notícia visitada em 25 de março de 2010)
Atividade Integradora História da América I 3º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: A conquista da américa pelos espanhóis nos séculos XV e XVI.
Nova Vista Andaraí – Bahia , 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica :Andaria
Disciplina : História da América II
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Resumo
A conquista da América Quando falamos em conquista estamos falando em dominação, em poder do superior para o inferior, e é isto mesmo que aconteceu com os povos da América no século XV pelos europeus, ou seja, a Coroa Portuguesa e a Coroa Espanhola no sistema mercantilista onde a acumulação de capital seria pela balança favorável de riquezas pertencidas ao seu território. Quem saiu na frente nesta empreitada foi à Espanha com Cristóvão Colombo que foi no rumo Oeste para chegar às Índias, mas só que chegou à cidade de São Domingos pensando que tivesse chegado às Índias chamou todos os habitantes de índios. Só que o grande objetivo de Portugal e a Espanha eram obter riquezas (lucros) para seus Estados Nacionais em formação. Os espanhóis chegando à América Central mataram grandes civilizações culturais como os maias, os incas e os astecas. Como estes povos eram muito religiosos acreditavam nas suas lendas, por exemplo, que um dia iria descer dos céus o deus sentado no veado e bem no tempo que os povos astecas estavam esperando apareceu o conquistador Cortez que foi interpretado com um deus, então a profecia estava sendo concretizada e a conquista se tornou verdade. Estes povos, os maias, os astecas e os incas lutaram até a morte mesmo tendo armas menos sofisticadas e muitos morreram pelas doenças trazidas pelos europeus com sarampo, gripe e outras epidemias. A Espanha obteve riquezas com estes povos, mas só que lutou bastante. Já Portugal com a mesma ideia de conquistar às Índias pela África demorou mais a obter riquezas. Portugal lutou com povos menos guerreiros então não se desgastou tanto na luta pela conquista como a Espanha que lutava com povos de grandes civilizações americanas.
Henrique, que foi na expedição pelas terras africanas, buscou conhecimentos marítimos e trouxe para Portugal e fundou a 1ª escola marítima a chamada “Escola de Sagres”. Isto aprimorou os conhecimentos portugueses sobre o mar e invenções como a bússola, a caravela e outros foram instrumentos de grande valia na conquista da América pelos portugueses. Os reis de Portugal investiram na frota de Pedro Álvares Cabral, pois ele encantado pelas histórias de Marco Polo que contava em seus livros sobre a riqueza do Oriente, queria chegar às Índias contornando o sul da África, mas só que quando a expedição foi se afastando cada vez mais da África e se aproximando da costa do Bahia, mais especificamente em Porto Seguro. Portugal, no primeiro momento, não ligou muito para estas terras porque não obteria lucro fácil. O lucro adveio do pau-brasil que era um tipo de tintura para roupas. Como o comércio com o Oriente estava ficando com alto custo e muitos corsários europeus se aproximavam do Brasil e com medo de perder território a Coroa Portuguesa preferia investir no Brasil e a idéia foi o sistema de plantation que eram grandes áreas de plantação e a mão – de- obra seria escrava e assim estariam implantadas as colônias de exploração no Brasil. Bem diferente da América do Norte que foi uma colônia de povoamento e produzia mais produtos com a mão-de-obra livre.
Dados bibliográficos
• ↑ The European Voyages of Exploration, The Applied History Research Group, University of Calgary
• ↑ Arnold, David, The Age of Discovery, 1400-1600, p.11, Lancaster pamphlets, Routledge, 2002, ISBN 0-415-27996-8
• ↑ Ancient Silk Road Travelers. www.silk-road.com. Página visitada em 2008-07-02.
• ↑ Jensen, De Lamar (1992), Renaissance Europe 2nd ed. pg. 328
• ↑ Dunn, Ross E.. The adventures of Ibn Battuta, a Muslim traveler of the fourteenth century. [S.l.]: University of California Press, 2004. 310 p. ISBN 0-5202-4385-4
• ↑ Jensen, De Lamar (1992), Renaissance Europe 2nd ed. pg. 329
• ↑ Arnold 2002, p.7
• ↑ Tamura 1997, p.70
• ↑ Cromer 1995, p.117
• ↑ Tsai 2002, p.206
• ↑ Mancall 2006, p.115
• ↑ Mancall 2006, p.17
Atividade integradora de História moderna
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : Texto dissertativo ( A importância do
Renascimento Cultural e Científico para a formação do mundo moderno no Ocidente.)
Nova Vista Andaraí – Bahia , 16/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina : História Moderna
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 16/01/2012
Renascimento, Renascença ou Renascentismo são os termos usados para identificar o período da História da Europa aproximadamente entre fins do século XIII e meados do século XVII, mas os estudiosos não chegaram a um consenso sobre essa cronologia, havendo variações consideráveis nas datas conforme o autor. Seja como for, o período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana, que assinalam o final da Idade Média e o início da Idade Moderna. Apesar destas transformações serem bem evidentes na cultura, sociedade ,economia , política e religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências.
Chamou-se "Renascimento" em virtude da redescoberta e revalorização das referências culturais da antiguidade clássica, que nortearam as mudanças deste período em direção a um ideal humanista e naturalista. O termo foi registrado pela primeira vez por Giorgio Vasari já no século XVI, mas a noção de Renascimento como hoje o entendemos surgiu a partir da publicação do livro de Jacob Burckhardt. A cultura do Renascimento na Itália (1867), onde ele definia o período como uma época de "descoberta do mundo e do homem".
O Renascimento cultural manifestou-se primeiro na região italiana da Toscana, tendo como principais centros as cidades de Florença e Siena, de onde se difundiu para o resto da península Itálica e depois para praticamente todos os países da Europa Ocidental, impulsionado pelo desenvolvimento da imprensa por Johannes Gutenberg. A Itália permaneceu sempre como o local onde o movimento apresentou maior expressão, porém manifestações renascentistas de grande importância também ocorreram na Inglaterra, Alemanha, Países Baixos e, menos intensamente, em Portugal e Espanha, e em suas colônias americanas. Alguns críticos, porém, consideram, por várias razões, que o termo "Renascimento" deve ficar circunscrito à cultura italiana desse período, e que a difusão europeia dos ideais clássicos italianos pertence com mais propriedade à esfera do Maneirismo. Costuma-se dividir o Renascimento em três grandes fases, Trecento, Quattrocento e Cinquecento, correspondentes aos séculos XIV, XV e XVI, com um breve interlúdio entre as duas últimas chamado de Alta Renascença.
Dados Bibliográficos
↑ Renascimento. Enciclopédia Itaú Cultural
↑ a b c Martin, John Jeffries. The Renaissance: between myth and history. In Martin, John Jeffries (ed). The Renaissance: Italy and abroad. Rewriting Histories. Routledge, 2003. pp. 1-25
↑ Institute for Humanist Studies
↑ a b Beck, James H. Renaissance. Encyclopedia Encarta
↑ a b Weisinger, Herbert. Renaissance Literature and Historiography. In Dictionary of the History of Ideas.
trabalhos da faculdade.
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: Quadro Comparativo ( Os principais comportamentos do etnocentrismo e racismo brasileiro e as formas de disfarce utilizadas para tentar encobrir estas atitudes discriminatórias )
Ibiquera , Andaraí – Bahia 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica: Andaria
Disciplina: Antropologia cultural
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Os principais comportamentos do etnocentrismo Etnocentrismo é um conceito antropológico, que ocorre quando um determinado individuo ou grupo de pessoas, que têm os mesmos hábitos e caráter social, discrimina outro, julgando-se melhor, seja pela sua condição social, pelos diferentes hábitos ou manias, ou até mesmo por uma diferente forma de se vestir.
Essa avaliação é, por definição, preconceituosa, feita a partir de um ponto de vista específico. Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo étnico considerar-se como superior a outro. Do ponto de vista intelectual, etnocentrismo é a dificuldade de pensar a diferença, de ver o mundo com os olhos dos outros.
A nossa herança cultural desenvolvida traveses de inúmeras gerações sempre nos condicionam a reagir deprecativamente em relação ao comportamento daqueles que agem fora dos padrões aceita pela maioria da comunidade. Por isso discriminamos o comportamento desviante.
Mas não é conveniente como sugere o relativismo acreditar que sua funcionalidade é fazer com que a sociedade caminhe para uma mesma direção, com conceitos aprovados por todos, estaríamos desacreditando dos nossos próprios conceitos individuais e do grupo que mais adéquam as nossas necessidades e valores.
Exemplo claro no filme “O casamento Grego”, é as características dos gregos bem fortes tais como a dança, os rituais religiosos, a comida (carneiro assado), a forma de falarem gritando e com uma exatidão marcante, e principalmente predominante forma de pensar que somente a cultura grega é a cultura correta, ignorando qualquer outra forma de comportamento. (Etnocentrismo)
O racimo no Brasil O racismo no Brasil tem sido um grande problema desde a era colonial e escravocrata imposta pelos colonizadores portugueses. Uma pesquisa publicada em 2011, indica que 63,7% dos brasileiros consideram que a raça interfere na qualidade de vida dos cidadãos. Para a maioria dos 15 mil entrevistados, a diferença entre a vida dos brancos e de não-brancos é evidente no trabalho (71%), em questões relacionadas à justiça e à polícia (68,3%) e em relações sociais (65%). O termo apartheid social tem sido utilizado para descrever diversos aspectos da desigualdade econômica, entre outros no Brasil, traçando um paralelo com a separação de brancos e negros na sociedade sul-africana, sob o regime do apartheid.
O resultado da pesquisa, elaborada em 2008, não é exatamente uma surpresa em um país onde, apesar de ser apenas metade da população brasileira, os negros elegeram pouco mais do que 8% dos 513 representantes escolhidos na última eleição. Além disso, o salário de um homem branco no Brasil é, em média, 46% superior em relação ao de um homem negro, o que também pode ser explicado pela diferença de educação entre esses dois grupos.
Daqueles que ganham menos de um salário mínimo, 63% são negros e 34% são brancos. Dos brasileiros mais ricos, 11% são negros e 85% são brancos. Em uma pesquisa realizada em 2000, 93% dos entrevistados reconheceram que existe preconceito racial no Brasil, mas 87% dos entrevistados afirmaram que mesmo assim nunca sentiram tal discriminação. Isto indica que os brasileiros reconhecem que há desigualdade racial, mas o preconceito não é uma questão atual, mas algo remanescente da escravidão. De acordo com Ivanir dos Santos (especialista do ex-ministro da Justiça sobre assuntos raciais), "há uma hierarquia de cor da pele onde os negros parecem saber seu lugar." Para a advogada Margarida Pressburger, membro do Subcomitê de Prevenção da Tortura da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ainda é "um país racista e homofóbico."
Dados bibliográficos
↑ Brazil: a century of change - Ignacy Sachs, Jorge Wilheim - Google Books. books.google.com (2011). Página visitada em 28 de outubro de 2011.
↑ Brazilians Think Race Intefere on Quality of Life, but not Everyone is Concerned About Equality (inglês)
↑ Racial Inequality in Brazil (inglês)
↑ Luciana Nunes Leal (2/4/2011). Somos um país racista e homofóbico. Estadão. Página visitada em 9/4/2011.
↑ a b c Relatório Anual das Desigualdades Raciais - UFRJ
↑ Monteiro, André (10 de maio de 2011). Número de pobres pardos ou pretos é quase o triplo de brancos. Folha Online, acesso em 10 de maio de 201
Atividade integradora de História Antiga 2º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: Intuições Politicas
Andaraí – Bahia 16/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina : História Antiga
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 16/01/2012
Instituições Politicas
Órgãos permanentes por meio dos quais se exerce o poder político, as instituições políticas evoluíram de acordo com o grau de racionalidade alcançado pelos homens. Nas antigas civilizações orientais, em Roma e na Europa medieval, os sistemas políticos tinham como característica comum a personalização do poder, justificada por instâncias mágicas, religiosas ou carismáticas. Faraó egípcio, imperador romano ou rei cristão, o detentor do poder se confundia com o próprio poder. Sua justificativa era a força, traduzida pelo poder militar, poder de curar ou poder sobre as forças da natureza. Constantemente desafiado por aqueles que se julgavam possuidores das mesmas credenciais, o poder personalizado gerou a instabilidade política e o uso da violência como forma de solução de conflitos.
No final da Idade Média, mudanças políticas, econômicas e sociais determinaram o surgimento de novas concepções sobre o estado. O progresso da burguesia e da economia favoreceu a centralização do poder nas monarquias absolutas. O estado tornou-se racional e suas estruturas se institucionalizaram, de acordo com as novas necessidades sociais. A vitória da burguesia sobre a sociedade feudal, na revolução francesa, desmistificou o poder por direito divino e consagrou o princípio da soberania popular. O povo, única fonte de poder, podia transferir seu exercício a representantes por ele eleitos.
Os sistemas liberais, cuja representatividade era inicialmente restrita, aperfeiçoaram os mecanismos democráticos e, ao incorporarem o sufrágio universal, reconheceram de forma plena a igualdade de todos os cidadãos perante a lei. A institucionalização do poder exigiu a adoção de constituições que, como expressão da vontade popular, devem reger a ação do estado. Nos sistemas democráticos, a legitimidade do poder deriva de sua origem na vontade popular e de seu exercício de acordo com a lei.
A doutrina da clássica divisão do poder político, elaborada por Montesquieu, é comum a quase todos os sistemas políticos dos estados modernos. O poder legislativo, formado por parlamentares eleitos pelo povo, elabora as leis e controla os atos do poder executivo; o executivo, também eleito pelo povo, executa a lei e administra o estado; o judiciário interpreta e aplica as leis e atua como juiz nos conflitos entre os outros poderes. A divisão de poderes ajuda a evitar o abuso de poder por meio do controle recíproco dos vários órgãos do estado.
Nas modernas sociedades democráticas, além dos poderes institucionalizados existem organizações que participam do poder ou nele influem: partidos políticos, sindicatos de classe, grupos de interesse, associações profissionais, imprensa, frequentemente chamada de quarto poder, e outras. Nos regimes totalitários, a existência de um partido único no poder diminui as chances de participação da sociedade nos assuntos políticos nacionais.
Dados bibliográficos
BEZERRA, M. O. 1999. Em nome das bases.
Política, favor e dependência pessoal. Rio de
Janeiro : Relume-Dumará.
BOHMAN, J. & REHG, W. 1997. Deliberative
Democracy. Cambridge: MIT Press.
BONFIM, W. L. S. 1997. Modernização, política
e discurso regionalista no Nordeste do
Brasil. Revista Econômica do Nordeste,
Fortaleza, v. 28, n. 2, p. 163-177, jun.
_____. 1999. Qual mudança? Os empresários e a
americanização do Ceará. Rio de Janeiro. Tese
(Doutorado em Ciência Política). Instituto
Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro.
Atividade integradora de Historiografia 3º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : Texto dissertativo ( As inovações teórico – epistemologicamente ocorridas na produção historiográfica no século XX.)
Andaraí – Bahia 12/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina: Historiografia 3º Período
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 12/01/2012
O séc. XX consagrou quatro abordagens da ideia de história. Essas abordagens lidam com duas acepções básicas de história. A primeira, e elementar, que se relaciona primariamente com o aspecto cultural e com a reflexão filosófica, considera a história como o processo temporal interpretado e vivenciado pelo homem — pelo agente racional humano — no presente, como sentido de que tem consciência. A segunda, construída pelas opções do método de investigação, é o fundamento da ciência histórica e de epistemologia, e toma a história como a reconstrução do passado humano, individual, grupal ou social, mediante procedimentos previamente convencionados de controle das fontes, se forma a que se elaborem interpretações explicativas fundamentadas do estado de coisas presente. A explicação fundamentada se estrutura em argumentos, expressos em formato narrativo.
Para pensar de forma fundamentada é necessário conhecer e dominar as regras e os princípios desse pensar, ou seja: um conhecimento que não se constitui sem que o pensamento reflita sobre si mesmo. Assim, a racionalidade do pensamento histórico requer, em seu procedimento científico, um saber metateórico, reflexivo, no estilo da teoria da história — enquanto teoria da natureza do conhecimento histórico em geral e de seu formato científico em particular. Esse objetivo epistemológico exige, por sua vez, a devida investigação dos fundamentos do pensamento histórico. Isso porque qualquer ciência impõe a seus praticantes prestar contas a si mesmos e a todos os demais sobre o respectivo modo de pensar.
Como as ciências sociais em geral, a historiografia passou por um progresso extraordinário depois da segunda guerra mundial. É possível que tenha faltado, no entanto, impulso suficiente para criar o que o historiador alemão Jörn Rüsen chamou de a "matriz disciplinar" indispensável ao progresso global da historiografia como investigação social auto-suficiente e coesa. Embora não se possa afirmar que a história seja disciplina recente, os contornos que assumiu, nas duas fases decisivas do séc. XX, nos anos vinte-trinta e a partir dos anos cinquenta, constituem uma renovação e mesmo uma redefinição contemporânea. No séc. XIX as concepções de história e de historiografia passaram por uma mudança gigantesca e decisiva. Consagrou-se assim o séc. XIX como "o século da história". Sem dúvida foi ainda mais decisivo — embora essa perspectiva nem sempre tenha estado presente — o salto dado no segundo terço do séc. XX e seus prolongamentos até nos anos setenta.
A "disciplina" da historiografia, no sentido moderno do termo, foi fundada, pois, na transição do séc. XIX para o XX, mediante um primeiro corpo de regras e normas metodológicas fixado sob influência do positivismo e do historicismo. Nas décadas de 1920 e sobretudo de 1930, no entanto, mudanças fundamentais se produziram tanto na maneira de considerar as formas constitutivas da historiografia quanto em muitos outros campos da criação intelectual.
Os três grandes núcleos da inovação historiográfica que predominaram na segunda metade do séc. XX — a historiografia marxista, a escola dos Annales e a historiografia quantitativa — surgiram e se articularam, é certo, em torno de centros de interesse bem diversos e alcançaram graus muito distintos de coesão e homogeneidade. O paradigma relativamente unitário para a historiografia conformado no séc. XIX foi sucedido no séc. XX, não por um outro, mas por vários outros, criando uma situação nova. Parte substancial desta novidade está não apenas na multiplicidade de paradigmas, mas especialmente na circunstância de que os paradigmas operaram de modo praticamente simultâneo, sem constituir uma sequência de substituições.
Dados bibliográficos
Vainfas, R. e Cardoso, C. F. (orgs.). 1997. Os Domínios da História. Rio de Janeiro: Campus.
Lloyd, Chr. 1996. As Estruturas da História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Martins, E. de Rezende. 2002. Cultura e Poder. Brasília: IBRI/FUNAG.
Atividade integradora de Patrimônio Histórico e Educação PHE
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : ( Patrimônio suas tipologias e o papel do tombamento e do registro na preservação dos bens )
Andaraí – Bahia 18/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica: Andaria
Disciplina: Patrimônio Histórico e Educação
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 18/01/2012
Texto dissertativo
O patrimônio é a nossa herança do passado, com que vivemos hoje, e que passamos às gerações vindouras. A preservação de um bem é de total importância para humanidade, porque permitirá que os nossos descendentes desfrutem das mesmas coisas que já desfrutamos, portanto, aquele que destruir ou descaracterizar um bem tombado estará sujeito a processo judicial podendo levar ao pagamento de várias sanções, como multas ou até reconstrução do bem.
O património arqueológico é todo aquele que permanece invisível até ser descoberto. Pode estar à vista de todos e nunca ter sido reconhecido ou valorizado, cabendo aos arqueólogos o seu reconhecimento nos diversos contextos culturais da história da ocupação humana do território.
Patrimônio ambiental refere-se a um bem natural que, dado seu valor em termos de biodiversidade, valor econômico ou paisagístico, merece ser protegido pela sociedade. Muitas vezes as áreas que constituem patrimônio ambiental são protegidas dentro de parques nacionais e em outros lugares.
Património artístico é uma coleção de obras consideradas de elevado valor artístico. Como por exemplo renomadas obras de pintura, arquitetura ou escultura. Obras de reconhecido valor artístico costumam ser usadas como reserva de valor, isto é, como forma de proteger o patrimônio pessoal contra as incertezas da economia, podendo inclusive constar em balanço patrimonial. Obras de autores desconhecidos também podem ser usados como especulação, no caso de futuro aumento de cotação das suas obras.
Patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade. Estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural. Há uma preocupação mundial em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.
Patrimônio líquido representa os valores que os sócios ou acionistas têm na empresa em um determinado momento. No balanço patrimonial, a diferença entre o valor dos ativos e dos passivos representa o PL (Patrimônio Líquido), que é o valor contábil devido pela pessoa jurídica aos sócios ou acionistas, baseado no Princípio da Entidade.
Patrimônio cultural é o conjunto de todos os bens, materiais ou imateriais, que, pelo seu valor próprio, devem ser considerados de interesse relevante para a permanência e a identidade da cultura de um povo.
Do património cultural fazem parte bens imóveis tais como castelos, igrejas, casas, praças, conjuntos urbanos, e ainda locais dotados de expressivo valor para a história, a arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral. Nos bens móveis incluem-se, por exemplo, pinturas, esculturas e artesanato. Nos bens imateriais considera-se a literatura, a música, o folclore, a linguagem e os costumes.
O tombamento é registrado por ser um ato administrativo realizado pelo poder público, a fim de preservar através de legislação específica, qualquer bem, seja ele móvel ou imóvel, de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental, o tombamentos foi criado para impedir que estes bens sejam destruídos ou descaracterizados. A realização de um tombamento pode ser feita por intermédio de vários órgãos como o instituto do patrimônio histórico e artístico nacional, pelo governo estadual, ou ainda pelo instituto do patrimônio histórico e artístico do Estado e pelas administrações municipais utilizando leis específicas ou até mesmo a legislação federal. O tombamento é totalmente diferente da desapropriação, pois um bem tombado não é alterado, mas proibido de ser descaracterizado ou destruído, todavia não necessita de desapropriação. Além disso, este bem preservado pode ser alugado e vendido desde que continue sendo protegido as características contidas na data do tombamento. Porém, no caso de venda deste bem, deve ser comunicada a instituição a qual realizou o tombamento para que esta possa manifestar interesse na compra do mesmo. Um processo de tombamento pode ser realizado por qualquer pessoa, seja ela física ou jurídica, proprietário ou não, por um grupo de pessoas por meio de abaixo assinado, basta escrever ao secretário de cultura, apresentando sua proposta
Dados bibliográficos
Lei 13/85 do Patrimônio Cultural Português
Lexicoteca-Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de leitores, Lisboa, 1985
Sobre o Património Mundial da Unesco
Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - FUNDARPE
Convenção para a proteção do património mundial, cultural e natural
Conselho da Europa- património
Alvará Régio de D. João V
Lei de bases do Património
Constituição de 1946
A Constituição brasileira de 1988
Decreto-Lei Federal nº 25, de 30.11.37
Sítio da Fundação Getúlio Vargas
WERNECK, Gustavo (14 de janeiro de 2010). Insetos ameaçam patrimônio. Caderno Gerais. Jornal Estado de Minas.
Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT .
Costanze, Bueno Advogados. ( Tombamento ). Bueno e Costanze Advogados, Guarulhos, 14.02.2007. Disponível em : <http://(endereço eletrônico)>. acesso em : ( data que acessou )
Tema central: Quadro Comparativo ( Os principais comportamentos do etnocentrismo e racismo brasileiro e as formas de disfarce utilizadas para tentar encobrir estas atitudes discriminatórias )
Ibiquera , Andaraí – Bahia 10/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências Ftc - EaD
Unidade Pedagógica: Andaria
Disciplina: Antropologia cultural
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 10/01/2012
Os principais comportamentos do etnocentrismo Etnocentrismo é um conceito antropológico, que ocorre quando um determinado individuo ou grupo de pessoas, que têm os mesmos hábitos e caráter social, discrimina outro, julgando-se melhor, seja pela sua condição social, pelos diferentes hábitos ou manias, ou até mesmo por uma diferente forma de se vestir.
Essa avaliação é, por definição, preconceituosa, feita a partir de um ponto de vista específico. Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo étnico considerar-se como superior a outro. Do ponto de vista intelectual, etnocentrismo é a dificuldade de pensar a diferença, de ver o mundo com os olhos dos outros.
A nossa herança cultural desenvolvida traveses de inúmeras gerações sempre nos condicionam a reagir deprecativamente em relação ao comportamento daqueles que agem fora dos padrões aceita pela maioria da comunidade. Por isso discriminamos o comportamento desviante.
Mas não é conveniente como sugere o relativismo acreditar que sua funcionalidade é fazer com que a sociedade caminhe para uma mesma direção, com conceitos aprovados por todos, estaríamos desacreditando dos nossos próprios conceitos individuais e do grupo que mais adéquam as nossas necessidades e valores.
Exemplo claro no filme “O casamento Grego”, é as características dos gregos bem fortes tais como a dança, os rituais religiosos, a comida (carneiro assado), a forma de falarem gritando e com uma exatidão marcante, e principalmente predominante forma de pensar que somente a cultura grega é a cultura correta, ignorando qualquer outra forma de comportamento. (Etnocentrismo)
O racimo no Brasil O racismo no Brasil tem sido um grande problema desde a era colonial e escravocrata imposta pelos colonizadores portugueses. Uma pesquisa publicada em 2011, indica que 63,7% dos brasileiros consideram que a raça interfere na qualidade de vida dos cidadãos. Para a maioria dos 15 mil entrevistados, a diferença entre a vida dos brancos e de não-brancos é evidente no trabalho (71%), em questões relacionadas à justiça e à polícia (68,3%) e em relações sociais (65%). O termo apartheid social tem sido utilizado para descrever diversos aspectos da desigualdade econômica, entre outros no Brasil, traçando um paralelo com a separação de brancos e negros na sociedade sul-africana, sob o regime do apartheid.
O resultado da pesquisa, elaborada em 2008, não é exatamente uma surpresa em um país onde, apesar de ser apenas metade da população brasileira, os negros elegeram pouco mais do que 8% dos 513 representantes escolhidos na última eleição. Além disso, o salário de um homem branco no Brasil é, em média, 46% superior em relação ao de um homem negro, o que também pode ser explicado pela diferença de educação entre esses dois grupos.
Daqueles que ganham menos de um salário mínimo, 63% são negros e 34% são brancos. Dos brasileiros mais ricos, 11% são negros e 85% são brancos. Em uma pesquisa realizada em 2000, 93% dos entrevistados reconheceram que existe preconceito racial no Brasil, mas 87% dos entrevistados afirmaram que mesmo assim nunca sentiram tal discriminação. Isto indica que os brasileiros reconhecem que há desigualdade racial, mas o preconceito não é uma questão atual, mas algo remanescente da escravidão. De acordo com Ivanir dos Santos (especialista do ex-ministro da Justiça sobre assuntos raciais), "há uma hierarquia de cor da pele onde os negros parecem saber seu lugar." Para a advogada Margarida Pressburger, membro do Subcomitê de Prevenção da Tortura da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ainda é "um país racista e homofóbico."
Dados bibliográficos
↑ Brazil: a century of change - Ignacy Sachs, Jorge Wilheim - Google Books. books.google.com (2011). Página visitada em 28 de outubro de 2011.
↑ Brazilians Think Race Intefere on Quality of Life, but not Everyone is Concerned About Equality (inglês)
↑ Racial Inequality in Brazil (inglês)
↑ Luciana Nunes Leal (2/4/2011). Somos um país racista e homofóbico. Estadão. Página visitada em 9/4/2011.
↑ a b c Relatório Anual das Desigualdades Raciais - UFRJ
↑ Monteiro, André (10 de maio de 2011). Número de pobres pardos ou pretos é quase o triplo de brancos. Folha Online, acesso em 10 de maio de 201
Atividade integradora de História Antiga 2º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central: Intuições Politicas
Andaraí – Bahia 16/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina : História Antiga
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 16/01/2012
Instituições Politicas
Órgãos permanentes por meio dos quais se exerce o poder político, as instituições políticas evoluíram de acordo com o grau de racionalidade alcançado pelos homens. Nas antigas civilizações orientais, em Roma e na Europa medieval, os sistemas políticos tinham como característica comum a personalização do poder, justificada por instâncias mágicas, religiosas ou carismáticas. Faraó egípcio, imperador romano ou rei cristão, o detentor do poder se confundia com o próprio poder. Sua justificativa era a força, traduzida pelo poder militar, poder de curar ou poder sobre as forças da natureza. Constantemente desafiado por aqueles que se julgavam possuidores das mesmas credenciais, o poder personalizado gerou a instabilidade política e o uso da violência como forma de solução de conflitos.
No final da Idade Média, mudanças políticas, econômicas e sociais determinaram o surgimento de novas concepções sobre o estado. O progresso da burguesia e da economia favoreceu a centralização do poder nas monarquias absolutas. O estado tornou-se racional e suas estruturas se institucionalizaram, de acordo com as novas necessidades sociais. A vitória da burguesia sobre a sociedade feudal, na revolução francesa, desmistificou o poder por direito divino e consagrou o princípio da soberania popular. O povo, única fonte de poder, podia transferir seu exercício a representantes por ele eleitos.
Os sistemas liberais, cuja representatividade era inicialmente restrita, aperfeiçoaram os mecanismos democráticos e, ao incorporarem o sufrágio universal, reconheceram de forma plena a igualdade de todos os cidadãos perante a lei. A institucionalização do poder exigiu a adoção de constituições que, como expressão da vontade popular, devem reger a ação do estado. Nos sistemas democráticos, a legitimidade do poder deriva de sua origem na vontade popular e de seu exercício de acordo com a lei.
A doutrina da clássica divisão do poder político, elaborada por Montesquieu, é comum a quase todos os sistemas políticos dos estados modernos. O poder legislativo, formado por parlamentares eleitos pelo povo, elabora as leis e controla os atos do poder executivo; o executivo, também eleito pelo povo, executa a lei e administra o estado; o judiciário interpreta e aplica as leis e atua como juiz nos conflitos entre os outros poderes. A divisão de poderes ajuda a evitar o abuso de poder por meio do controle recíproco dos vários órgãos do estado.
Nas modernas sociedades democráticas, além dos poderes institucionalizados existem organizações que participam do poder ou nele influem: partidos políticos, sindicatos de classe, grupos de interesse, associações profissionais, imprensa, frequentemente chamada de quarto poder, e outras. Nos regimes totalitários, a existência de um partido único no poder diminui as chances de participação da sociedade nos assuntos políticos nacionais.
Dados bibliográficos
BEZERRA, M. O. 1999. Em nome das bases.
Política, favor e dependência pessoal. Rio de
Janeiro : Relume-Dumará.
BOHMAN, J. & REHG, W. 1997. Deliberative
Democracy. Cambridge: MIT Press.
BONFIM, W. L. S. 1997. Modernização, política
e discurso regionalista no Nordeste do
Brasil. Revista Econômica do Nordeste,
Fortaleza, v. 28, n. 2, p. 163-177, jun.
_____. 1999. Qual mudança? Os empresários e a
americanização do Ceará. Rio de Janeiro. Tese
(Doutorado em Ciência Política). Instituto
Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro.
Atividade integradora de Historiografia 3º Período
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : Texto dissertativo ( As inovações teórico – epistemologicamente ocorridas na produção historiográfica no século XX.)
Andaraí – Bahia 12/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica : Andaria
Disciplina: Historiografia 3º Período
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 12/01/2012
O séc. XX consagrou quatro abordagens da ideia de história. Essas abordagens lidam com duas acepções básicas de história. A primeira, e elementar, que se relaciona primariamente com o aspecto cultural e com a reflexão filosófica, considera a história como o processo temporal interpretado e vivenciado pelo homem — pelo agente racional humano — no presente, como sentido de que tem consciência. A segunda, construída pelas opções do método de investigação, é o fundamento da ciência histórica e de epistemologia, e toma a história como a reconstrução do passado humano, individual, grupal ou social, mediante procedimentos previamente convencionados de controle das fontes, se forma a que se elaborem interpretações explicativas fundamentadas do estado de coisas presente. A explicação fundamentada se estrutura em argumentos, expressos em formato narrativo.
Para pensar de forma fundamentada é necessário conhecer e dominar as regras e os princípios desse pensar, ou seja: um conhecimento que não se constitui sem que o pensamento reflita sobre si mesmo. Assim, a racionalidade do pensamento histórico requer, em seu procedimento científico, um saber metateórico, reflexivo, no estilo da teoria da história — enquanto teoria da natureza do conhecimento histórico em geral e de seu formato científico em particular. Esse objetivo epistemológico exige, por sua vez, a devida investigação dos fundamentos do pensamento histórico. Isso porque qualquer ciência impõe a seus praticantes prestar contas a si mesmos e a todos os demais sobre o respectivo modo de pensar.
Como as ciências sociais em geral, a historiografia passou por um progresso extraordinário depois da segunda guerra mundial. É possível que tenha faltado, no entanto, impulso suficiente para criar o que o historiador alemão Jörn Rüsen chamou de a "matriz disciplinar" indispensável ao progresso global da historiografia como investigação social auto-suficiente e coesa. Embora não se possa afirmar que a história seja disciplina recente, os contornos que assumiu, nas duas fases decisivas do séc. XX, nos anos vinte-trinta e a partir dos anos cinquenta, constituem uma renovação e mesmo uma redefinição contemporânea. No séc. XIX as concepções de história e de historiografia passaram por uma mudança gigantesca e decisiva. Consagrou-se assim o séc. XIX como "o século da história". Sem dúvida foi ainda mais decisivo — embora essa perspectiva nem sempre tenha estado presente — o salto dado no segundo terço do séc. XX e seus prolongamentos até nos anos setenta.
A "disciplina" da historiografia, no sentido moderno do termo, foi fundada, pois, na transição do séc. XIX para o XX, mediante um primeiro corpo de regras e normas metodológicas fixado sob influência do positivismo e do historicismo. Nas décadas de 1920 e sobretudo de 1930, no entanto, mudanças fundamentais se produziram tanto na maneira de considerar as formas constitutivas da historiografia quanto em muitos outros campos da criação intelectual.
Os três grandes núcleos da inovação historiográfica que predominaram na segunda metade do séc. XX — a historiografia marxista, a escola dos Annales e a historiografia quantitativa — surgiram e se articularam, é certo, em torno de centros de interesse bem diversos e alcançaram graus muito distintos de coesão e homogeneidade. O paradigma relativamente unitário para a historiografia conformado no séc. XIX foi sucedido no séc. XX, não por um outro, mas por vários outros, criando uma situação nova. Parte substancial desta novidade está não apenas na multiplicidade de paradigmas, mas especialmente na circunstância de que os paradigmas operaram de modo praticamente simultâneo, sem constituir uma sequência de substituições.
Dados bibliográficos
Vainfas, R. e Cardoso, C. F. (orgs.). 1997. Os Domínios da História. Rio de Janeiro: Campus.
Lloyd, Chr. 1996. As Estruturas da História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Martins, E. de Rezende. 2002. Cultura e Poder. Brasília: IBRI/FUNAG.
Atividade integradora de Patrimônio Histórico e Educação PHE
Aleilzo Francisco da Rocha
Tema central : ( Patrimônio suas tipologias e o papel do tombamento e do registro na preservação dos bens )
Andaraí – Bahia 18/01/2012
Faculdade de Tecnologia e Ciências FTC - EaD
Unidade Pedagógica: Andaria
Disciplina: Patrimônio Histórico e Educação
Curso: História
Circuito: 12
Aluno ( a ): Aleilzo Francisco da Rocha
Data: 18/01/2012
Texto dissertativo
O patrimônio é a nossa herança do passado, com que vivemos hoje, e que passamos às gerações vindouras. A preservação de um bem é de total importância para humanidade, porque permitirá que os nossos descendentes desfrutem das mesmas coisas que já desfrutamos, portanto, aquele que destruir ou descaracterizar um bem tombado estará sujeito a processo judicial podendo levar ao pagamento de várias sanções, como multas ou até reconstrução do bem.
O património arqueológico é todo aquele que permanece invisível até ser descoberto. Pode estar à vista de todos e nunca ter sido reconhecido ou valorizado, cabendo aos arqueólogos o seu reconhecimento nos diversos contextos culturais da história da ocupação humana do território.
Patrimônio ambiental refere-se a um bem natural que, dado seu valor em termos de biodiversidade, valor econômico ou paisagístico, merece ser protegido pela sociedade. Muitas vezes as áreas que constituem patrimônio ambiental são protegidas dentro de parques nacionais e em outros lugares.
Património artístico é uma coleção de obras consideradas de elevado valor artístico. Como por exemplo renomadas obras de pintura, arquitetura ou escultura. Obras de reconhecido valor artístico costumam ser usadas como reserva de valor, isto é, como forma de proteger o patrimônio pessoal contra as incertezas da economia, podendo inclusive constar em balanço patrimonial. Obras de autores desconhecidos também podem ser usados como especulação, no caso de futuro aumento de cotação das suas obras.
Patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel que possui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade. Estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural. Há uma preocupação mundial em preservar os patrimônios históricos da humanidade, através de leis de proteção e restaurações que possibilitam a manutenção das características originais.
Patrimônio líquido representa os valores que os sócios ou acionistas têm na empresa em um determinado momento. No balanço patrimonial, a diferença entre o valor dos ativos e dos passivos representa o PL (Patrimônio Líquido), que é o valor contábil devido pela pessoa jurídica aos sócios ou acionistas, baseado no Princípio da Entidade.
Patrimônio cultural é o conjunto de todos os bens, materiais ou imateriais, que, pelo seu valor próprio, devem ser considerados de interesse relevante para a permanência e a identidade da cultura de um povo.
Do património cultural fazem parte bens imóveis tais como castelos, igrejas, casas, praças, conjuntos urbanos, e ainda locais dotados de expressivo valor para a história, a arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral. Nos bens móveis incluem-se, por exemplo, pinturas, esculturas e artesanato. Nos bens imateriais considera-se a literatura, a música, o folclore, a linguagem e os costumes.
O tombamento é registrado por ser um ato administrativo realizado pelo poder público, a fim de preservar através de legislação específica, qualquer bem, seja ele móvel ou imóvel, de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental, o tombamentos foi criado para impedir que estes bens sejam destruídos ou descaracterizados. A realização de um tombamento pode ser feita por intermédio de vários órgãos como o instituto do patrimônio histórico e artístico nacional, pelo governo estadual, ou ainda pelo instituto do patrimônio histórico e artístico do Estado e pelas administrações municipais utilizando leis específicas ou até mesmo a legislação federal. O tombamento é totalmente diferente da desapropriação, pois um bem tombado não é alterado, mas proibido de ser descaracterizado ou destruído, todavia não necessita de desapropriação. Além disso, este bem preservado pode ser alugado e vendido desde que continue sendo protegido as características contidas na data do tombamento. Porém, no caso de venda deste bem, deve ser comunicada a instituição a qual realizou o tombamento para que esta possa manifestar interesse na compra do mesmo. Um processo de tombamento pode ser realizado por qualquer pessoa, seja ela física ou jurídica, proprietário ou não, por um grupo de pessoas por meio de abaixo assinado, basta escrever ao secretário de cultura, apresentando sua proposta
Dados bibliográficos
Lei 13/85 do Patrimônio Cultural Português
Lexicoteca-Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de leitores, Lisboa, 1985
Sobre o Património Mundial da Unesco
Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco - FUNDARPE
Convenção para a proteção do património mundial, cultural e natural
Conselho da Europa- património
Alvará Régio de D. João V
Lei de bases do Património
Constituição de 1946
A Constituição brasileira de 1988
Decreto-Lei Federal nº 25, de 30.11.37
Sítio da Fundação Getúlio Vargas
WERNECK, Gustavo (14 de janeiro de 2010). Insetos ameaçam patrimônio. Caderno Gerais. Jornal Estado de Minas.
Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT .
Costanze, Bueno Advogados. ( Tombamento ). Bueno e Costanze Advogados, Guarulhos, 14.02.2007. Disponível em : <http://(endereço eletrônico)>. acesso em : ( data que acessou )
sábado, 21 de janeiro de 2012
TEXTOS DE PEDAGOGIA
TENDENCIA TRADICIONAL
A tendência liberal tradicional se caracteriza por acentuar o ensino humanístico de cultura geral. De acordo com essa escola tradicional, o aluno é educado para atingir sua plena realização através de seu próprio esforço. Sendo assim, as diferenças de classe social não são consideradas e toda a prática escolar não tem nenhuma relação com o cotidiano do aluno. Quanto aos pressupostos de aprendizagem, a ideia de que o ensino consiste em repassar os conhecimentos para o espírito da criança é acompanhada de outra: a de que a capacidade de assimilação da criança é idêntica à do adulto, sem levar em conta as características próprias de cada idade
.A criança é vista, assim, como um adulto em miniatura, apenas menos desenvolvida. No ensino da língua portuguesa, parte-se da concepção que considera a linguagem como expressão do pensamento. Os seguidores dessa corrente linguística, em razão disso, preocupam-se com a organização lógica do pensamento, o que presume a necessidade de regras do bem falar e do bem escrever. Segundo essa concepção de linguagem, a Gramática Tradicional ou Normativa se constitui no núcleo dessa visão do ensino da língua, pois vê nessa gramática uma perspectiva de normatização linguística, tomando como modelo de norma culta as obras dos nossos grandes escritores clássicos. Portanto, saber gramática, teoria gramatical, é a garantia de se chegar ao domínio da língua oral ou escrita. Assim, predomina, nessa tendência tradicional, o ensino da gramática pela gramática, com ênfase nos exercícios repetitivos e de recapitulação da matéria, exigindo uma atitude receptiva e mecânica do aluno. Os conteúdos são organizados pelo professor, numa sequência lógica, e a avaliação é realizada através de provas escritas e exercícios de casa.
TENDENCIA RENOVADA
Segundo Libâneo (1994), a Pedagogia Renovada surge no velho mundo no final do século XIX como contraposição à Pedagogia Tradicional. Várias correntes e variantes podem ser associadas à Pedagogia Renovada, todas elas incluindo elementos de uma pedagogia ativa. Entre as várias correntes o autor destaca: a linha progressivista, baseada na tória de John Dewey. No caso do Brasil, a corrente que obteve maior repercussão foi sem dúvida o Movimento Escola Nova, influenciado pela corrente progressivista de Dewey. Esta tendência teve grande penetração no Brasil na década de trinta para o ensino de Educação Infantil e ainda influencia, na atualidade, muitas práticas pedagógicas. As bases teóricas dessa tendência progressivista são a Psicologia do desenvolvimento e as Teorias de Jean Piaget. E todo processo é centrado na atividade da criança, mas sempre valorizando o trabalho coletivo, da troca, da ação da criança sobre o conhecimento a ser construído, onde a criança se desenvolve em etapas gradativas e geométricas, mantendo-se respeito ao ritmo individual dos sujeitos. A perspectiva teórica de Libâneo da tendência liberal renovada (ou pragmatista) acentua o sentido da cultura como desenvolvimento das aptidões individuais. Como pressupostos de aprendizagem, aprender se torna uma atividade de descoberta, é uma auto-aprendizagem, sendo o ambiente apenas um meio estimulador. Só é retido aquilo que se incorpora à atividade do aluno, através da descoberta pessoal; o que é incorporado passa a compor a estrutura cognitiva para ser empregado em novas situações. É a tomada de consciência, segundo Piaget. Durante muito tempo a prática pedagógica não se alterou, mantendo-se afinada com aquilo que se popularizou como escola tradicional, dentro da tendência "liberal tradicional". Essa tendência recebeu inovações e se redefiniu como tendência renovada progressivista, e com o aparecimento do movimento escola novista, foi denominada de tendência renovada não-diretiva. Da mesma forma que se desenvolveram tendências alinhadas ao capital, por isso tendência liberal, o desenvolvimento e popularização da análise marxista da sociedade possibilitaram o desenvolvimento da tendência progressista. Podemos dizer que, além dessa base materialista (histórico e dialético) a tendência progressista se desenvolve a partir de movimentos populares.
TENDENCIA TECNICISTA
Atua no aperfeiçoamento da ordem social vigente (o sistema capitalista), articulando-se diretamente com o sistema produtivo; para tanto, emprega a ciência da mudança de comportamento, ou seja, a tecnologia comportamental. Seu interesse principal é, portanto, produzir indivíduos “competentes” para o mercado de trabalho, não se preocupando com as mudanças sociais.
Conforme MATUI (1988), a escola tecnicista, baseada na teoria de aprendizagem S-R, vê o aluno como depositário passivo dos conhecimentos, que devem ser acumulados na mente através de associações.
Segundo RICHTER (2000), a visão behaviorista acredita que adquirimos uma língua por meio de imitação e formação de hábitos , por isso a ênfase na repetição, nos drills, na instrução programada, para que o aluno for me “hábitos” do uso correto da aprendizagem.
A partir da Reforma do Ensino, com a Lei 5.692/71, que implantou a escola tecnicista no Brasil, preponderaram as influências do estruturalismo linguístico e a concepção de linguagem como instrumento de comunicação. A língua – como diz TRAVAGLIA (1998) – é vista como um código, ou seja, um conjunto de signos que se combinam segundo regras e que é capaz de transmitir uma mensagem, informações de um emissor a um receptor. Portanto, para os estruturalistas, saber a língua é, sobretudo, dominar o código. No ensino da Língua Portuguesa, segundo essa concepção de linguagem, o trabalho com as estruturas linguísticas, separadas do homem no seu contexto social, é visto como possibilidade de desenvolver a expressão oral e escrita. A tendência tecnicista é, de certa forma, uma modernização da escola tradicional e, apesar das contribuições teóricas do estruturalismo, não conseguiu superar os equívocos apresentados pelo ensino da língua centrado na gramática normativa. Em parte, esses problemas ocorreram devido às dificuldades de o professor assimilar as novas teorias sobre o ensino da língua materna.
A tendência liberal tradicional se caracteriza por acentuar o ensino humanístico de cultura geral. De acordo com essa escola tradicional, o aluno é educado para atingir sua plena realização através de seu próprio esforço. Sendo assim, as diferenças de classe social não são consideradas e toda a prática escolar não tem nenhuma relação com o cotidiano do aluno. Quanto aos pressupostos de aprendizagem, a ideia de que o ensino consiste em repassar os conhecimentos para o espírito da criança é acompanhada de outra: a de que a capacidade de assimilação da criança é idêntica à do adulto, sem levar em conta as características próprias de cada idade
.A criança é vista, assim, como um adulto em miniatura, apenas menos desenvolvida. No ensino da língua portuguesa, parte-se da concepção que considera a linguagem como expressão do pensamento. Os seguidores dessa corrente linguística, em razão disso, preocupam-se com a organização lógica do pensamento, o que presume a necessidade de regras do bem falar e do bem escrever. Segundo essa concepção de linguagem, a Gramática Tradicional ou Normativa se constitui no núcleo dessa visão do ensino da língua, pois vê nessa gramática uma perspectiva de normatização linguística, tomando como modelo de norma culta as obras dos nossos grandes escritores clássicos. Portanto, saber gramática, teoria gramatical, é a garantia de se chegar ao domínio da língua oral ou escrita. Assim, predomina, nessa tendência tradicional, o ensino da gramática pela gramática, com ênfase nos exercícios repetitivos e de recapitulação da matéria, exigindo uma atitude receptiva e mecânica do aluno. Os conteúdos são organizados pelo professor, numa sequência lógica, e a avaliação é realizada através de provas escritas e exercícios de casa.
TENDENCIA RENOVADA
Segundo Libâneo (1994), a Pedagogia Renovada surge no velho mundo no final do século XIX como contraposição à Pedagogia Tradicional. Várias correntes e variantes podem ser associadas à Pedagogia Renovada, todas elas incluindo elementos de uma pedagogia ativa. Entre as várias correntes o autor destaca: a linha progressivista, baseada na tória de John Dewey. No caso do Brasil, a corrente que obteve maior repercussão foi sem dúvida o Movimento Escola Nova, influenciado pela corrente progressivista de Dewey. Esta tendência teve grande penetração no Brasil na década de trinta para o ensino de Educação Infantil e ainda influencia, na atualidade, muitas práticas pedagógicas. As bases teóricas dessa tendência progressivista são a Psicologia do desenvolvimento e as Teorias de Jean Piaget. E todo processo é centrado na atividade da criança, mas sempre valorizando o trabalho coletivo, da troca, da ação da criança sobre o conhecimento a ser construído, onde a criança se desenvolve em etapas gradativas e geométricas, mantendo-se respeito ao ritmo individual dos sujeitos. A perspectiva teórica de Libâneo da tendência liberal renovada (ou pragmatista) acentua o sentido da cultura como desenvolvimento das aptidões individuais. Como pressupostos de aprendizagem, aprender se torna uma atividade de descoberta, é uma auto-aprendizagem, sendo o ambiente apenas um meio estimulador. Só é retido aquilo que se incorpora à atividade do aluno, através da descoberta pessoal; o que é incorporado passa a compor a estrutura cognitiva para ser empregado em novas situações. É a tomada de consciência, segundo Piaget. Durante muito tempo a prática pedagógica não se alterou, mantendo-se afinada com aquilo que se popularizou como escola tradicional, dentro da tendência "liberal tradicional". Essa tendência recebeu inovações e se redefiniu como tendência renovada progressivista, e com o aparecimento do movimento escola novista, foi denominada de tendência renovada não-diretiva. Da mesma forma que se desenvolveram tendências alinhadas ao capital, por isso tendência liberal, o desenvolvimento e popularização da análise marxista da sociedade possibilitaram o desenvolvimento da tendência progressista. Podemos dizer que, além dessa base materialista (histórico e dialético) a tendência progressista se desenvolve a partir de movimentos populares.
TENDENCIA TECNICISTA
Atua no aperfeiçoamento da ordem social vigente (o sistema capitalista), articulando-se diretamente com o sistema produtivo; para tanto, emprega a ciência da mudança de comportamento, ou seja, a tecnologia comportamental. Seu interesse principal é, portanto, produzir indivíduos “competentes” para o mercado de trabalho, não se preocupando com as mudanças sociais.
Conforme MATUI (1988), a escola tecnicista, baseada na teoria de aprendizagem S-R, vê o aluno como depositário passivo dos conhecimentos, que devem ser acumulados na mente através de associações.
Segundo RICHTER (2000), a visão behaviorista acredita que adquirimos uma língua por meio de imitação e formação de hábitos , por isso a ênfase na repetição, nos drills, na instrução programada, para que o aluno for me “hábitos” do uso correto da aprendizagem.
A partir da Reforma do Ensino, com a Lei 5.692/71, que implantou a escola tecnicista no Brasil, preponderaram as influências do estruturalismo linguístico e a concepção de linguagem como instrumento de comunicação. A língua – como diz TRAVAGLIA (1998) – é vista como um código, ou seja, um conjunto de signos que se combinam segundo regras e que é capaz de transmitir uma mensagem, informações de um emissor a um receptor. Portanto, para os estruturalistas, saber a língua é, sobretudo, dominar o código. No ensino da Língua Portuguesa, segundo essa concepção de linguagem, o trabalho com as estruturas linguísticas, separadas do homem no seu contexto social, é visto como possibilidade de desenvolver a expressão oral e escrita. A tendência tecnicista é, de certa forma, uma modernização da escola tradicional e, apesar das contribuições teóricas do estruturalismo, não conseguiu superar os equívocos apresentados pelo ensino da língua centrado na gramática normativa. Em parte, esses problemas ocorreram devido às dificuldades de o professor assimilar as novas teorias sobre o ensino da língua materna.
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